Nascidos no planalto de Alijó, no Douro Superior, em vinhas com cerca de 650 metros de altitude em solos de transição entre xisto e granito, os vinhos Quanta Terra são a expressão fiel de um terroir desafiante, mas com uma capacidade inesgotável de surpreender geração após geração. A última prova acaba de ser apresentada ao mercado: um branco da icónica colheita de 2011, com seis anos de barrica.

Nesse mesmo ano, Celso Pereira e Jorge Alves, os enólogos da casa, resistiram à tentação de lançar para o mercado todo o vinho branco da colheita, guardando, nas suas melhores barricas, cerca de mil litros. Sem nenhum objetivo traçado, pretendiam apenas acompanhar a sua evolução no tempo, comprovando o potencial da região do Douro para a produção de vinhos brancos de grande qualidade. A descoberta foi feita agora, após uma prova ao acaso do vinho que estava guardado nas barricas B7. O resultado é um vinho “contra a corrente”, como gosta de lhe chamar Celso Pereira. Para o enólogo, “este lançamento é arriscado, mas não sou maluco. Quero é mostrar coisas diferentes, agitar o mercado e lançar vinhos desta qualidade sempre que me for possível.”

O novo Quanta Terra Branco 2011 recupera e homenageia uma das melhores colheitas da história da região do Douro e dos vinhos portugueses. Esta edição limitada é ainda apresentada com nova imagem que, apesar de diferente, mantém a inspiração no mapa antigo da bacia duriense, com destaque para o rio Douro. Elaborado a partir das castas Viosinho e Gouveio, apresenta-se com aromas intensos, notas de fruta de pomar a baunilha. Na boca é intenso, equilibrado e de boa estrutura, à qual se junta uma elegante acidez. Beneficiando de um estágio em barricas de 6 anos, um processo pouco comum nos vinhos brancos, este é um vinho que vive per si, com identidade e estilo próprios.

Para este lançamento foram disponibilizadas 900 garrafas de 0,75 litros e 100 garrafas de 1,5 litros. Chega ao mercado em exclusivo pelas mãos da OnWine Distribuição Nacional.

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