Posts Tagged “douro”

Real Companhia Velha Espumante Pinot Noir Bruto Rosé

Real Companhia Velha Espumante Pinot Noir Bruto Rosé

Um rosé gastronómico, com nariz de frutos vermelhos e alguns toques florais muito elegante com boca muito equilibrada. É um espumante do Douro, longe da região-rainha para os nossos espumantes. A evolução está bem presente mas perfeitamente controlada (é o estilo evoluído-qb que eu tanto gosto).

Pede acompanhamento sólido, mas confesso que a boca elegante e a acidez que parece ter sido esculpida com um bisturi convencem o consumo a solo. Um espumante muito sério!

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Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio Tinto 2015 recebe 96 pontos na Wine Enthusiast

Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio Tinto 2015 recebe 96 pontos na Wine Enthusiast

A publicação de referência norte-americana Wine Enthusiast, na sua edição mais recente, destacou o vinho Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio Douro Tinto 2015, atribuindo-lhe 96 pontos. No conjunto de vinhos portugueses pontuados pelo crítico Roger Voss, 104 no total, o Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio Douro Tinto 2015 foi o que teve a pontuação mais elevada.

Segundo as notas de prova de Roger Voss, este vinho tinto produzido numa única vinha na propriedade Quinta Vale D. Maria “é enorme no seu poder e complexidade. Taninos escuros e frutos pretos ricos são incorporados numa mistura de madeira, especiarias, acidez e mineralidade tensa. Este é um vinho para envelhecer, um dos que durará muitos anos. Beba o mais cedo possível a partir de 2024”. O Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio Tinto é oriundo da vinha mais antiga, e também a que está a menor altitude e mais perto do rio Torto, nesta propriedade. Como todas as vinhas da Quinta Vale D. Maria são fermentadas cuidadosamente em separado, em lagares de granito, a Vinho do Rio sempre se destacou pela vivacidade dos aromas que perfumam a adega desde a primeira pisa. A primeira vindima, que deu origem … Ler mais

Quinta de la Rosa celebra 30 anos de bem receber com festa “eighties”

Quinta de la Rosa celebra 30 anos de bem receber com festa “eighties”

Calças justas, cores vibrantes, cabelos volumosos e maquilhagem arrojada – a lembrar os “eighties” – é apenas uma ínfima parte do dress code do último dia de 2017. Isto porque, ao soar a meia-noite para a passagem de 2018, é chegada a hora de comemorar as três décadas da arte de bem receber da Quinta de la Rosa, papel que esta propriedade duriense, no Pinhão, desempenha desde 1988. Para assinalar a ocasião é sugerido o pack de duas noites com o jantar comemorativo – ou apenas esta última refeição do ano – para dois, no restaurante Cozinha da Clara, harmonizado com os néctares desta romântica quinta localizada no Alto Douro Vinhateiro, terminando com um brinde com Porto Colheita dos anos 1980′ da adega particular da família Bergqvist.

O alojamento na Quinta de la Rosa começou com apenas um quarto, mas logo a mudança no rumo da propriedade duriense face à produção vínica contribuiu para o aumento de espaços destinados a acolher hóspedes, a par com o sossego procurado por parte de quem escolhe a mais antiga região vinícola do mundo para descansar. Após a reconversão ocorrida este ano (2017), a Quinta de la Rosa alberga 12 quartos e 4 suites, … Ler mais

Gaivosa Vinha de Lordelo 2007 regressa ao mercado dez anos depois

Gaivosa Vinha de Lordelo 2007 regressa ao mercado dez anos depois

A centenária Vinha de Lordelo, elemento vivo do terroir de excelência da Quinta da Gaivosa, é um verdadeiro tesouro intocável. Com uma impressionante coleção com mais de 30 castas autóctones, algumas delas muito raras como a Malvasia Preta, foi (re)descoberta em 2003, quando Domingos Alves de Sousa decidiu vinificar isoladamente pequenas partes da vinha.

O Quinta da Gaivosa Vinha de Lordelo é, assim, uma espécie de manifesto da família Alves de Sousa. Contrariando a corrente, resistiram à lógia da replantação e apostaram na produção de um monovinha inigualável. Domingos Alves de Sousa explica a decisão afirmando que “há pouco de racional numa vinha como Lordelo; há emoção, história e legado que quisemos partilhar com este vinho.” Com apenas cinco lançamentos (2003, 2005, 2007, 2009 e 2011), o Quinta da Gaivosa Vinha de Lordelo cedo se afirmou como um dos grandes vinhos do Douro, conquistando elogios por todo o mundo. Para a história ficaria a colheita de 2007, impressão digital de um dos melhores anos para a região do Douro, segundo a crítica especializada.

Dez anos depois, regressa ao mercado, pelas mãos da OnWine Distribuição, em quantidades muito limitadas. Apesar desta década de envelhecimento em garrafa, o Quinta da Gaivosa Vinha … Ler mais

Casa da Esteira: Parceiros Na Criação apresenta nova marca e três vinhos do Douro

Casa da Esteira: Parceiros Na Criação apresenta nova marca e três vinhos do Douro

“Casa da Esteira: é este o nome que, juntos, elegemos para dar corpo a uma nova marca de vinhos da Parceiros Na Criação, empresa duriense produtora de vinhos e azeites [até aqui detentora da marca h’OUR]. Porque é assim que é conhecida a casa onde vivemos. Uma casa cujas portas são, no Verão, protegidas do sol por esteiras. Uma casa erguida por entre vinhas e vales, na Quinta de Montravesso, a poucos quilómetros da freguesia de Barcos e do concelho de Tabuaço, em pleno Douro vinhateiro. Mais do que um espaço físico, a Casa da Esteira representa a união de quatro elementos, que somos nós: o João, eu e os nossos filhos, a Teresinha e o António.”, afirma Joana Pratas.

A identidade desta nova marca esteve a cargo da arquitecta Rita Peres Vicente, que criou um símbolo partindo da união de dois “J”, um de João e outro de Joana. No final surge uma casa, cujo topo é composto por quatro pontos e traços, a ilustrar os quatro elementos que compõem a família Pratas Nápoles de Carvalho, aka PNC (precisa e propositadamente a sigla que deu origem ao nome Parceiros Na Criação): o João, a Joana; a Teresa … Ler mais

Real Companhia Velha pelo terceiro ano consecutivo no TOP 100 da Wine Spectator

Real Companhia Velha pelo terceiro ano consecutivo no TOP 100 da Wine Spectator

Foi esta semana divulgada a tão esperada lista de 2017 dos 100 melhores vinhos eleitos pela revista norte-americana Wine Spectator. Excelentes foram as notícias para a Real Companhia Velha, uma vez que a bicentenária empresa de vinhos do Douro e Porto consegue, pelo terceiro ano consecutivo, integrar esta rigorosa selecção anual. Se em 2015 e 2016 foram, respectivamente, o ‘Porca de Murça’ e o ‘Evel’ – ambos tintos e vinhos de blend –, a conseguirem o feito, revelando-se excelentes apostas na relação preço-qualidade, este ano a boa nova chega para um monocasta – de Touriga Nacional – com origem na emblemática Quinta das Carvalhas. É caso para dizer que não há duas sem três!

“Este é um feito que nos deixa bastante orgulhosos. Há um reconhecimento externo de que estamos a fazer vinhos de grande qualidade e, acima de tudo, com consistência [trabalhamos diariamente para fazer mais e melhor]. É um elemento motivador, quer para as equipas de viticultura e enologia, mas também para toda a estrutura de gestão e comercial, que nestes dias anda em perfeito rodopio, ou não fosse este um vinho de produção limitada e excelente qualidade”, afirma Pedro Silva Reis, presidente da Real Companhia Velha.

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Quinta da Devesa Tawny 20 anos Branco

Quinta da Devesa Tawny 20 anos Branco

O estilo tawny branco é o meu preferido nos Vinhos do Porto (sim, pode parecer um sacrilégio não preferir os vintage), e felizmente tive a oportunidade de conhecer vários ao longo dos últimos anos. Infelizmente, durante bastante tempo eram raros os produtores que apostavam nesta categoria, mas felizmente já começam a aparecer várias referências.
Os 20 anos já são um patamar muito aceitável em termos de qualidade, e este Quinta da Devesa é uma excelente referência com uma cor aloirada, limpa, e um nariz intenso com notas de frutos secos, mel e avelãs.

Na boca é complexo, muito bom volume de boca e final longo, e acompanhou um pudim na perfeição (na primeira batalha de várias, claro).

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